O antigo Museu do Índio, hoje chamado Museu Nacional dos Povos Indígenas, é uma instituição da Fundação Nacional dos Povos Indígenas dedicada a pesquisar, preservar e divulgar a diversidade cultural dos povos originários do Brasil. Reúne objetos etnográficos, fotografias, filmes, gravações, documentos e materiais linguísticos.
Culturas indígenas, patrimônio etnográfico, jardins históricos e um importante centro de pesquisa.
O que você vai encontrar
Jardins históricos abertos ao público. Atividades culturais conforme a programação. Referências à diversidade dos povos indígenas. Um casarão histórico do século XIX. Projetos educativos e digitais. Coleções etnográficas principalmente para pesquisa. Arquivos fotográficos e audiovisuais. Materiais sobre línguas indígenas.
O que talvez você não soubesse
Foi criado em 1953 por Darcy Ribeiro. Seu nome atual é Museu Nacional dos Povos Indígenas. É uma instituição da Funai. O Brasil tem mais de 300 povos indígenas. Preserva registros linguísticos e audiovisuais importantes. Os jardins reabriram em janeiro de 2024. O casarão continua fechado para obras.
História
O museu foi criado em 1953 pelo antropólogo Darcy Ribeiro. Desde o início, procurou combater visões estereotipadas que apresentavam os povos indígenas como sociedades pertencentes apenas ao passado.
Mais contexto
A proposta foi mostrar que o Brasil reúne centenas de povos com línguas, territórios, conhecimentos e formas de organização diferentes. O museu tornou-se uma referência importante para pesquisadores, educadores e comunidades indígenas.
O casarão histórico de Botafogo
A instituição ocupa um casarão do século XIX na Rua das Palmeiras, em Botafogo. A arquitetura, os jardins e a vegetação fazem dele um espaço singular em uma das áreas mais urbanizadas do Rio.
Mais contexto
Durante anos, o edifício principal abrigou as exposições. Porém, continua fechado para obras e intervenções que ainda não têm uma data definitiva de conclusão.
Um acervo construído com os povos indígenas
A coleção inclui adornos, cestaria, cerâmica, instrumentos musicais, armas, utensílios, peças rituais e objetos do cotidiano. O museu também preserva registros sonoros, audiovisuais e linguísticos de enorme importância.
Mais de 300 povos e uma enorme diversidade cultural
O Brasil tem mais de 300 povos indígenas e centenas de línguas. Por isso, o museu evita apresentar uma identidade indígena única e destaca as diferenças entre territórios, histórias e formas de conhecimento.
Os povos indígenas como protagonistas
Uma das transformações mais importantes da instituição é a participação de representantes indígenas em projetos de pesquisa, documentação e divulgação. Os objetos não são tratados apenas como peças antigas, mas como elementos ligados a comunidades vivas.
Pesquisa e preservação além das exposições
Embora o edifício principal esteja fechado, a instituição continua desenvolvendo pesquisas, cursos, atividades digitais, preservação de coleções e parcerias com povos indígenas de diferentes regiões do Brasil.
O que pode ser visitado atualmente?
Os jardins reabriram ao público em janeiro de 2024. O casarão e o principal espaço de exposições continuam em obras. A visita atual não corresponde à experiência completa do museu, por isso é essencial conferir a programação antes de ir.



Minha dica
Ainda não planeje como um museu tradicional com várias salas abertas. Se estiver perto de Botafogo, pode conhecer os jardins, mas confirme a programação para não ir esperando uma exposição completa.





