O Museu do Samba é um centro de memória dedicado a preservar e divulgar a história do samba. Em Mangueira, perto de um dos territórios mais simbólicos do carnaval carioca, reúne depoimentos, fotografias, objetos, música e experiências ligados a compositores, intérpretes, comunidades e escolas de samba.
Samba, memória oral, Mangueira, carnaval, cultura afro-brasileira e protagonismo comunitário.
O que você vai encontrar
Fotografias históricas. Depoimentos de sambistas. Música e registros audiovisuais. História das escolas de samba. Referências a Cartola e Dona Zica. Memória de Mangueira. História das baianas. Objetos ligados ao carnaval e samba. Visitas mediadas. Atividades culturais conforme a programação.
O que talvez você não soubesse
Fica no bairro de Mangueira. Está perto da quadra da Estação Primeira de Mangueira. Preserva depoimentos de importantes sambistas. Destaca o protagonismo das comunidades negras. Trabalha com educação, pesquisa e memória oral. O samba carioca é patrimônio cultural do Brasil.
História
O museu nasceu de iniciativas em Mangueira para preservar a memória das comunidades ligadas ao samba. Sua localização não é por acaso: o bairro está associado a compositores, intérpretes e à Estação Primeira de Mangueira.
Mais contexto
A instituição apresenta o samba como uma expressão cultural nascida principalmente em comunidades negras, construída por encontros, resistência, celebrações e transmissão oral.
Mangueira, Cartola e Dona Zica
Mangueira está ligada a nomes fundamentais como Cartola, Carlos Cachaça, Dona Zica, Nelson Sargento, Delegado e Dona Neuma. Suas histórias mostram como o samba se desenvolveu em casas, terreiros, ruas e rodas antes de chegar aos grandes palcos.
Mais contexto
A proximidade com o Palácio do Samba e a comunidade faz da visita uma oportunidade para entender o carnaval no território onde ele é preparado o ano inteiro.
A história contada por quem viveu o samba
Um dos patrimônios mais importantes do museu são os depoimentos de sambistas. Entrevistas, gravações e relatos preservam memórias que poderiam desaparecer sem registro.
Muito mais que carnaval
O percurso mostra que o samba não se limita aos desfiles. Há diferentes estilos e formas de tocar, compor e dançar, além de ligações com religião, trabalho, vida comunitária e a luta contra o racismo.
As mulheres na construção do samba
Baianas, compositoras, intérpretes, costureiras, lideranças e organizadoras tiveram papéis fundamentais. O museu ajuda a dar visibilidade a mulheres que por muito tempo receberam menos reconhecimento.
Centro de referência, pesquisa e educação
Além das exposições, o Museu do Samba desenvolve pesquisas, visitas mediadas, atividades educativas, encontros e projetos de salvaguarda do samba como patrimônio cultural.
Por que vale a pena visitar?
É uma oportunidade de conhecer o samba além das imagens mais comerciais do carnaval e ouvir as comunidades que construíram essa cultura.



Minha dica
Tente fazer uma visita mediada. Aqui, as histórias contadas pelas pessoas enriquecem a experiência muito mais do que apenas observar os objetos. Organize bem o transporte de ida e volta.






