O Museu Nacional é a instituição científica mais antiga do Brasil e uma das mais importantes da América Latina. Funciona no Paço de São Cristóvão, antiga residência da família imperial, dentro da Quinta da Boa Vista. Após o incêndio de 2018, o museu passa por um amplo processo de reconstrução e reabertura gradual.
História natural, arqueologia, palácio imperial e um dos maiores projetos de reconstrução cultural do Brasil.
O que você vai encontrar
Exposições temporárias em salas restauradas. História do antigo palácio imperial. Peças recuperadas após o incêndio. Conteúdo sobre arqueologia e antropologia. História natural e paleontologia. Informações sobre a reconstrução. Jardins externos. Quinta da Boa Vista. Atividades científicas. Programação educativa.
O que talvez você não soubesse
Foi criado em 1818. É a instituição científica mais antiga do Brasil. O edifício foi residência da família imperial. Sua coleção chegou a reunir cerca de 20 milhões de peças. O meteorito Bendegó resistiu ao incêndio. A reabertura ocorre gradualmente.
História
O Museu Nacional foi criado em 1818 pelo rei Dom João VI com o nome de Museu Real. Seu objetivo era promover o conhecimento científico e reunir coleções de história natural, arqueologia, antropologia e outras áreas.
Mais contexto
Durante mais de dois séculos, pesquisadores desenvolveram estudos sobre fósseis, minerais, animais, plantas, culturas indígenas, arqueologia brasileira e civilizações antigas.
O Paço de São Cristóvão e a família imperial
O edifício foi residência da família real portuguesa e posteriormente dos imperadores do Brasil. Dom Pedro II, grande defensor da ciência, cresceu e viveu parte de sua vida no palácio.
Mais contexto
Após a Proclamação da República, o edifício recebeu a primeira Assembleia Constituinte republicana. Em 1892, passou a abrigar o Museu Nacional.
Uma coleção de importância internacional
Antes do incêndio, o museu preservava cerca de 20 milhões de peças. Suas coleções incluíam fósseis, múmias, artefatos arqueológicos, minerais, meteoritos, animais, plantas e objetos de numerosos povos.
O incêndio de 2018
Em 2 de setembro de 2018, um incêndio destruiu boa parte do palácio e de suas coleções. A tragédia causou uma das maiores perdas científicas e culturais da história do Brasil.
Resgate e reconstrução
Pesquisadores, técnicos, bombeiros e voluntários recuperaram peças entre os escombros. Entre os objetos resgatados estavam fragmentos do crânio de Luzia e o meteorito Bendegó, que resistiu às altas temperaturas.
Uma reabertura realizada em etapas
O palácio continua em reconstrução. Algumas salas restauradas recebem exposições temporárias gratuitas com controle de ingressos. A disponibilidade e os horários mudam conforme cada etapa das obras.
O que pode ser visitado atualmente?
Nem todo o museu está aberto. As visitas se concentram em exposições temporárias e áreas restauradas. É obrigatório verificar as datas disponíveis e retirar o ingresso gratuito antes de ir.



Minha dica
Não vá esperando encontrar todo o antigo museu aberto. Confira a exposição em cartaz, retire o ingresso e combine a visita com um passeio pela Quinta da Boa Vista.






