O MUHCAB é um museu de vocação comunitária dedicado à história, cultura, memória e protagonismo da população negra. Fica na Gamboa, na Pequena África, região fundamental para compreender a formação cultural do Rio de Janeiro.
História afro-brasileira, Pequena África, memória comunitária, ancestralidade e resistência.
O que você vai encontrar
Exposições de história afro-brasileira. Arte de criadores negros. Memórias da Pequena África. Conteúdos sobre o Cais do Valongo. Fotos e documentos. Atividades educativas. Programação comunitária. Debates e encontros. Informações sobre lugares de memória. Um centro de referência afrocentrado.
O que talvez você não soubesse
Funciona no antigo Colégio José Bonifácio. Fica na Pequena África. Trabalha com o conceito de museu territorial. Cais do Valongo é Patrimônio Mundial da Unesco. Sua construção inclui participação comunitária. A entrada é gratuita.
História
A região portuária recebeu por séculos africanos escravizados, trabalhadores, libertos, migrantes e comunidades que transformaram a cultura carioca. O MUHCAB relaciona sua sede aos lugares de memória desse território.
Mais contexto
A experiência vai além do prédio. Cais do Valongo, Pedra do Sal, Cemitério dos Pretos Novos, Largo de São Francisco da Prainha e outros pontos integram uma rede histórica e cultural.
O antigo Colégio José Bonifácio
A sede ocupa um prédio histórico da Gamboa que foi escola. A transformação em museu criou espaço público para exposições, encontros, pesquisa e atividades comunitárias.
Mais contexto
A arquitetura conserva a memória educativa e agora recebe projetos de identidade, ancestralidade e cultura afro-brasileira.
A história do Brasil por perspectivas negras
As exposições questionam narrativas que reduzem a experiência negra à escravidão. Também apresentam criação, conhecimento, religiosidade, trabalho, política, música, arte, resistência e construção de comunidades.
O Cais do Valongo e a diáspora africana
O Cais do Valongo foi um dos principais portos de entrada de africanos escravizados nas Américas. Sua proximidade torna o MUHCAB importante ponto de partida para compreender a dimensão humana e territorial dessa história.
Um museu construído com a comunidade
O MUHCAB se define por escuta, participação e diálogo. Suas atividades fortalecem vínculos com moradores, artistas, pesquisadores, educadores e movimentos negros.
Um museu territorial
O acervo territorial inclui lugares, memórias, percursos, práticas e comunidades. Isso significa que a coleção se estende pelas ruas da Pequena África.
Por que vale a pena visitar?
É essencial para entender uma parte do Rio ocultada por muito tempo nas narrativas turísticas tradicionais. Também é ótimo começo para explorar a Pequena África.



Minha dica
Não visite só o prédio. Comece pelo MUHCAB e continue pela Pequena África até Cais do Valongo, Pedra do Sal e Largo de São Francisco da Prainha.





