O Museu do Açude ocupa uma antiga residência de Raymundo Ottoni de Castro Maya no Alto da Boa Vista, cercada por jardins e Mata Atlântica. É um museu diferente: a experiência não se limita às salas internas, pois construções, trilhas, vegetação, fontes, azulejos e obras ao ar livre fazem parte da visita.
Residência histórica, jardins, azulejos, arte oriental e natureza na Floresta da Tijuca.
O que você vai encontrar
Uma residência histórica de estilo neocolonial. Jardins na Floresta da Tijuca. Painéis e peças de azulejaria. Fontes e elementos decorativos. Mobiliário e objetos de coleção. Peças de arte oriental. Esculturas e instalações ao ar livre. Trilhas e caminhos entre a vegetação. Ambientes ligados à vida de Castro Maya. Uma experiência que combina museu e natureza.
O que talvez você não soubesse
Integra os Museus Castro Maya com o Museu Chácara do Céu. A propriedade fica na Floresta da Tijuca. O terreno tem aproximadamente 150.000 metros quadrados. O acervo nasceu dos interesses pessoais de Raymundo Ottoni de Castro Maya. O museu foi protegido como patrimônio pelo Iphan. Parte importante da experiência acontece nos jardins.
História
Raymundo Ottoni de Castro Maya foi empresário, colecionador e figura importante da vida cultural carioca do século XX. Reuniu obras brasileiras e europeias, mobiliário, objetos decorativos, livros, azulejos e peças de arte oriental. Também participou de projetos de preservação do patrimônio e valorização cultural do Rio de Janeiro.
Mais contexto
Suas coleções e residências deram origem aos Museus Castro Maya, formados pelo Museu do Açude, no Alto da Boa Vista, e Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa. Os dois espaços ajudam a compreender a personalidade, os interesses e o modo de vida do colecionador.
Uma casa integrada à Floresta da Tijuca
O Museu do Açude fica em extensa área verde da Floresta da Tijuca. A antiga residência, de inspiração neocolonial, integra-se a pátios, jardins, caminhos e vegetação, combinando patrimônio arquitetônico e natureza de forma pouco comum.
Mais contexto
A visita mostra como residências de setores privilegiados do Rio se relacionavam com a paisagem do Alto da Boa Vista. Em diferentes épocas, famílias procuraram a região para escapar do calor e do movimento das áreas centrais da cidade.
Azulejos, fontes, jardins e obras ao ar livre
Um dos elementos mais característicos é a relação com a azulejaria. Painéis, fontes, construções decorativas e peças integradas ao jardim transformam o percurso externo em extensão das salas. Também há instalações artísticas contemporâneas espalhadas pelo terreno.
Coleções entre Brasil, Europa e Ásia
O acervo reflete os interesses variados de Castro Maya. Inclui móveis, objetos decorativos, arte oriental, porcelanas, esculturas e elementos ligados à história do colecionismo. A organização dos ambientes ajuda a imaginar como a casa era usada antes de virar museu.
Um museu onde a paisagem também é patrimônio
No Museu do Açude, árvores, jardins e caminhos não são apenas cenário. A relação entre arte, arquitetura e natureza é um dos principais temas da experiência e revela um lado mais tranquilo e pouco conhecido do Rio de Janeiro.
Por que vale a pena visitar?
Ideal para quem quer fugir das atrações mais lotadas e conhecer um lugar silencioso na Floresta da Tijuca. Residência histórica, coleção privada, jardins e vegetação tornam a visita muito diferente de um museu urbano tradicional.


Minha dica
Não vá sem confirmar a abertura. Como fica em área verde e afastada, você pode perder bastante tempo se algum setor estiver fechado. Escolha um dia seco, use calçado confortável, leve repelente e combine com outros pontos do Alto da Boa Vista ou da Floresta da Tijuca.





